icon Nós somos o MUVe CrossFit.

Diferente de uma academia,

uma nova experiência em

condicionamento físico.

Wodnation

Com o passar do tempo, a idade te deixa mais sábio, porém ao mesmo tempo mais mole. Por isso, dizem que muitas bandas de rock vivem dos sucessos do início de carreira – seja isso verdade ou não, é algo em que eu sempre acreditei. Por que eu comecei esse texto assim? Porque ou os campeonatos menores de CrossFit estão ficando melhores, ou sou eu que estou ficando mole mesmo.

Tradicionalmente, o segundo semestre é cheio de campeonatos, muitas vezes com eventos coincidindo em fins de semana seguidos, como foi o fim de semana anterior, em que ocorreu o The Big Battle, o KVRA Games e o Shark Mode Series. Nesse último fim de semana, como havíamos recebido o convite para o Wodnation, decidimos por não participar do KVRA Games, campeonato em que marcamos presença em todas edições anteriores, para tentar algo novo. Importante dizer que um dos motivos pelos quais desistimos do KVRA é que sempre ocorrem muitos erros de arbitragem, problemas com organização de material e afins.

Vamos ao campeonato em si: a arena do lugar era bem bonita, o parque de fácil acesso, os materiais pareciam bem legais, porém as provas externas eram preocupantes – sempre rola aquela dúvida se seria feito de qualquer jeito. As provas pareciam desafiadoras e seriam 7 provas divididas em dois dias, enquanto normalmente os campeonatos resumem-se a 5 provas. Por esse motivo, era tido como certo que haveria atrasos. Para nossa surpresa, foi quase tudo perfeito e o formato de duplas para as categorias RX e Master foi a medida exata que faz uma pessoa se sentir desafiada, porém não se sentir destruída.

Agora vale fazer um resumo do que foi prova a prova e a participação de cada equipe no campeonato. E foram muitas equipes! Categoria Master Masculina Dario e Luiz; Master Feminina Patyzinha e Cintia; Scaled Masculino Vançan, Bola e Irmão; Scale Feminino Sabrine, Ana Clara e Dot; RX Feminino Ana e N. Brossi, RX Masculino Novinho e Gabriel, Sucra e eu, Danilo e Hugo.

Prova 1. Uma prova curta, de correria e que tinha obrigatoriedade de fazer trocas específicas. Tirando a dupla Master Masculina, todas as outras equipes foram mal - a maioria dos WODs no box são individuais e de movimentos controlados, mas quando surgem essas provas de correria em campeonatos costumamos ir mal, mas eu não acho ruim, porém são provas que avaliam mais a velocidade de execução de movimento do que qualquer outra habilidade e costumam sair resultados estranhos, pois é tudo tão rápido que às vezes os juízes nem possuem coragem de dar “no rep”. Isso é muito comum nas provas do KVRA, por exemplo, mas em teoria teríamos só essa prova assim e vamos fazer um campeonato de recuperação – até porque eu e minha dupla ficamos em último rs!

A Prova 2 era na piscina, que é onde sempre garantimos vitórias e, para nossa sorte, foi logo a segunda prova. Eu não sei explicar o motivo, mas em provas de natação sempre as equipes do MUVe acabam se dando bem (óbvio que um dos motivos é porque temos muitos ex-nadadores), porém só há ex-nadadores do MUVe? Ganhamos essa prova na categoria Master Masculina, Master Feminina e RX Feminina. No RX Masculino, o Danilo e o Hugo ficaram em 2º lugar nessa prova.

Prova 3: Carga máxima de arranco. Se algum tempo atrás sofríamos em provas de carga máxima, isso já não ocorre mais e o Facebook me lembrou ontem (dia 30/10) que há 4 anos os irmãos Matalani (Caio e Caetano) impressionavam com alguns PRs no MUVe, ainda na garagem, com respectivamente 80 e 95kg no Arranco. Isso mesmo: 4 anos atrás, em 2013 kkkk. E mais uma vez eu diria que temos um adolescente um tanto quanto promissor! Nessa terceira prova, o Vançan aumentou seu PR em 10kg e no Power levantou 75kg de Arranco, com apenas 17 anos. No outro extremo, a pequena notável Paty fez 55kg de Muscle Snatch kkk. Impressionante.

Prova 4. Para fechar o sábado, uma das provas mais legais e desesperadoras que eu fiz. Uma mistura de Subida de Corda Legless, Thruster e Burpee para a Caixa. Se existe uma prova em que eu não aguentei o ritmo foi essa, e não estar mais na casa dos 20 e poucos anos fez muita diferença. Nunca me senti tão acabado em uma prova em dupla ou trio e, no meio da prova, eu pensava “Por que diacho eu me meto nessas roubadas”? O tempo de 6’18” garantiu a segunda colocação nessa prova para a dupla do Gabriel e Novinho. Foi a afirmação de que teríamos um bom desempenho no masculino até o fim do campeonato.

Durante a Prova 5, já no domingo, o evento deu show de organização – ou, se cometeu algum erro, não deixou transparecer para os atletas e para a torcida. Era uma prova de 8’ com 2’ de intervalo e mais 8’ de WOD. Enquanto a Bateria 5, por exemplo, estava no segundo trecho de 8’, a Bateria 6 estava no primeiro trecho de 8’ – mais ou menos como se organizássemos um WOD de corrida entre o MUVe e o MUVe Concepts – ou seja, a chance de dar errado tende ao infinito, porém aparentemente não deu nada errado e foi uma das poucas provas com corrida em campeonato (e olha que corrida é a coisa mais raiz que temos no CrossFit).

Prova 6, mais uma prova em que demos show, por ser necessário fazer muitos exercícios ginásticos unbroken. Foi a prova que tirou nossa dupla Master Masculina do pódio. Os dois acabaram pegando uma posição muito ruim na prova, o que fez com que terminassem na 4ª posição no final do campeonato - não que a quarta posição seja ruim, ainda mais para os dois que participaram de um campeonato pela primeira vez, mas depois de terminar o sábado em primeiro, finalizar o domingo fora do pódio dá um gostinho amargo. Mais para frente falamos disso! Vamos aos destaques dessa prova nas demais categorias. No RX Masculino, desempenho impecável do Gabriel e do Novinho, que garantiram a primeira colocação na prova com o tempo de 4’42” e deram a certeza de que eles precisavam para garantir também a vitória na prova seguinte. No Master Feminino, mais uma vez baixou o espírito Rich Froning na Patyzinha de querer ganhar a qualquer custo - chamou a responsabilidade para si, praticamente ignorando sua companheira de treino, e elas fecharam a prova em 4’26”, o que seria então a sexta prova em primeiro lugar de nove possíveis, pelas subdivisões de algumas provas. Já no RX Feminino, mais uma vez a Natália deu show nos exercícios ginásticos, garantindo o primeiro lugar para a dupla, enquanto no Scaled Feminino as meninas finalizaram a prova em 5’24”, garantindo a 2ª colocação na prova e a melhor colocação delas em uma prova ao longo do campeonato. Sobre esse desempenho específico, falarei mais para a frente.

Prova 7, a final. Mais uma prova que contou com diversos elementos simples, porém cuja combinação é o que torna o CrossFit desafiador. Para o RX, em 10’ tínhamos que completar 250 Saltos Duplos (buy-in) 21-15-9 OHS / FDP e pelo resto do tempo fazer o máximo possível de repetições de Muscle Bar. Foram 4’ (para algumas equipes, um pouco mais) de Muscle Bar intermináveis - nem preciso mencionar que foi mais um show à parte da Natália Brossi (isso está ficando chato já rs).

Retomando alguns assuntos, não que vocês precisem de uma palavra de conforto, mas se eu tinha certeza do pódio Master Masculino, terminar o sábado em primeiro e o domingo fora do pódio dá um certo ódio, foi a primeira competição dos dois. Sendo mais clichê do que nunca, é esperar pelas próximas! E se vocês gostaram mesmo, podemos pensar até em como melhorar a preparação (mais treinos rs!) para encarar outra competição.

No Scaled Feminino, o trio fez bonito quando entraram os elementos ginásticos na competição, tanto que garantiram o segundo e o terceiro lugar respectivamente na penúltima e na última prova. Se normalmente parecemos meio inclinados para o levantamento de peso, isso prova que não é verdade. E que o treinamento de levantamento de peso, fundamental para você conseguir ganhar qualquer prova, como já falei anteriormente, também garante um bom desempenho nos exercícios ginásticos (em tempo: elas ficaram em 4º lugar na Prova 3, de carga máxima de Arranco).

O Wodnation praticamente fechou o nosso calendário competitivo de 2017. No fim de novembro, teremos a Paty H. competindo individualmente no Monstar Games no RJ e, após esse campeonato, o foco é 2018. Ao longo do ano, tivemos muitos estreantes em campeonatos, caso do Vançan, Irmão, Ruan, Ana Clara, Cintia, Hugo, Danilo - foram muitas pessoas que se lançaram às competições de CrossFit. O que eu penso disso tudo? Como corredores amadores que se lançam em provas de 10km nos fins de semana, crossfiteiros devem fazer o mesmo e testar seu novo condicionamento físico nas competições. Não estamos falando de nos tornarmos atletas, mas sim de sermos competitivos e motivados não só pelas competições internas (dentro do box e consigo mesmo), mas também nessas competições com pessoas que você nunca viu na vida.

As categorias Scaled e Iniciante sempre tiveram e sempre terão seus problemas, mas se você entrar com a cabeça tranquila, você com certeza se divertirá por um fim de semana com a galera do box. Se você sente vontade de participar, organize, comunique-se e me informe, porque caso contrário eu nunca adivinharei que você tem essa vontade. Só que não adianta você falar que quer e não treinar diariamente.

podio master

Pódio Master RX - 1º Lugar - Cintia e Paty H.

podio rx fem

Pódio RX Feminino - 2º Lugar - Nati Brossi e Ana

podio rx masc

Pódio RX Masculino - 2º Lugar - Vítor e Gabriel

Para encerrar, ser ou tornar-se atleta em um nível bom está relacionado a alterar toda sua vida em função do treino, sua comida, seu sono, suas refeições e uma dose de grana em função da sua vontade. Eu entendo que isso é para poucos, mas tornar-se mais ativo e mais competitivo é mais fácil do que você pensa.

Para 2018, ano em que já faremos 7 anos de box, a categoria Master passará a ser também um grande foco, pois muitos são os atletas Masters que já estão com nível para as competições nacionais, vide esse último fim de semana. Então, Hugo, Henrique, Paty, Cintia, Dario, Bola e companhia que tem vontade de competir, preparem-se!

DESAFIO? Nessa semana terminamos mais um ciclo de Programa de Desenvolvimento Atlético (os ATs e DTs de todos os dias) e, em breve, lançaremos os novos resultados desse último ciclo. Pensando em 2018, logo no início do ano tem Open, então não se matem entre o Natal e o Réveillon, porque o EMOM do Capiroto pode estar à sua espera já em dezembro.

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